domingo, 13 de maio de 2007

Mãe, meu maior amor do mundo!


"Como a abelha necessita de uma flor, eu preciso de você e desse amor
Como a terra necessita o sol e chuva, eu te preciso
E não vivo um só minuto sem você"
Com um pedacinho da música de Roberto Carlos, que cantei para a minha mãe em uma homenagem ao Dia das Mães, de 1993, quando estava na 5ª série, posso começar a tentar explicar o que significa, para mim, a palavra MÃE.
Não posso dizer pelos demais, mas eu e meu irmão tivemos aquela mãe, a mãe perfeita dos filmes, desde que abrimos os olhos na maternidade, pelos idos de 1982 e 1983.
Mãe, nossa como é difícil imaginar um minuto na minha vida sem a minha mãe, a pessoa que segurou minha mão em todos os momentos da vida, que me apoiou em todas as minhas decisões, que chorou comigo, que ficou acordada noites em claro, olhando para a gente quando o que sentíamos poderia ser uma simples febre...
Mãe, minha melhor amiga, minha eterna companhia, minha sempre confidente, meu orgulho, junto com meu pai, a fonte de onde saiu meu caráter, minha dignidade, minha garra de lutar e ser alguém melhor...
Mãe, todos os dias nessa vida, penso sempre em trazer para você e meu pai algum retorno de tudo que me foi dado, tanto no sentido material, mas, principalmente, no afetivo, o amor que me criaram foi algo que eu nunca vou esquecer, e que me dá forças para seguir...
Mãe, a minha mãe que sempre quis nos dar tudo, e nos defender contra todos, a minha mãe que sempre esteve presente nas festas do colégio, nas reuniões, a minha mãe que nunca deixou de participar, a minha mãe que nunca me faltou...
Mãe, um exemplo de perseverança, de mulher forte, batalhadora, simples, de um ser humano íntegro, leal, solidário, perfeito...
Para a minha mãe, e minha avó, hoje, assim como em todos os dias da minha vida, declaro abertamente o meu amor, o meu agradecimento, o meu orgulho, para sempre.
Feliz Dia das Mães!
"Se todas fossem iguais a você, que maravilha seria viver..."
Se eu e Diogo somos quem somos é devido a força da palavra FAMÍLIA.

Um comentário:

Sergio disse...

hahaha

O Dubar era um pequeno boliviano!!

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